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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Líder do Sul-Americano, Monteiro não se vê como favorito ao título

 Pernambucano frisa decisão apertada e trabalha para converter potencial da Scuderia Iveco em pontos na Fórmula Truck





A decisão do Campeonato Sul-Americano de Fórmula Truck vai levar a categoria de volta à Argentina, pela primeira vez para uma corrida na pista de Córdoba. O Grande Prêmio ZF Astronic, no dia 9 de setembro, será a sétima corrida da temporada, quarta e última do torneio continental liderado pelo piloto pernambucano Beto Monteiro. O representante da Scuderia Iveco sabe que a disputa final pelo título será das mais acirradas.

Monteiro venceu a primeira etapa do Sul-Americano, no Velopark. Foi terceiro colocado na prova seguinte, em Caruaru, e oitavo na de Interlagos – as três foram a que valeram pelo torneio continental, disputado em paralelo ao Campeonato Brasileiro da categoria, que considera todas as dez corridas do calendário, inclusive a de Córdoba. Com essa campanha, soma 54 pontos, dois a mais que o paulista André Marques, da RM Competições.

“Eu tenho a vantagem a liderança, mas o favorito, para mim, é o Totti”, aponta o pernambucano, citando o paranaense Leandro Totti, da ABF Racing Team, que levou seu Mercedes-Benz a vitórias nas três últimas corridas, nas pistas de Goiânia, Interlagos em Cascavel, e aparece em terceiro na pontuação do Sul-Americano, com 48. “O Totti tem de ser respeitado, pelo grande piloto que é e pela grande fase que está vivendo”, acrescenta.

A competitividade da Scuderia Iveco tem deixado Monteiro satisfeito. “A gente tem um caminhão bom, a equipe está muito bem. Basta você ver que em três corridas a gente conquistou seis poles”, frisa o pernambucano, que foi primeiro nos grids da primeira corrida, no Velopark, e da sexta, em Cascavel. Na quinta etapa, em Interlagos, ele largou em segundo lugar, com pole de seu companheiro de equipe Valmir “Hisgué” Benavides.

“Num campeonato tão competitivo quanto esse, conseguir três poles, e numa delas com dobradinha no grid, é uma façanha que merece destaque, só que a gente precisa converter tudo isso em pontos”, comenta o piloto. “Vamos à Argentina com toda motivação, não só pela conquista do título também pela reação no Brasileiro”, lembra o piloto, que perdeu a liderança do campeonato nacional para Totti na corrida de 5 de agosto em Cascavel.

Matematicamente, os oito primeiros no campeonato têm chances de conquista do título. Monteiro chama especial atenção para outro paranaense, Wellington Cirino, que aparece em quinto com 38 pontos. “Como ele enfrentou problemas e ficou um pouco para trás na pontuação, ninguém está olhando para o Cirino, mas ele é extremamente competitivo e pode surpreender. Enfim, o campeonato está apertado e muito aberto”, observa.

Decisão de título não chega a ser uma novidade para Beto Monteiro, que em 2004 conquistou o Campeonato Brasileiro terminando a etapa final, em Brasília, na quarta colocação. “Chegamos lá com quatro pilotos de quatro marcas diferentes disputando o título, foi um fim de semana em que tudo deu certo para nós. Espero que isso se repita em Córdoba”, torce. A uma etapa do término, a classificação completa do Sul-Americano é a seguinte:

1º) Beto Monteiro (PE/Iveco), Scuderia Iveco, 56
2º) André Marques (SP/MAN-Volkswagen), RM-Competições, 54
3º) Leandro Totti (PR/Mercedes-Benz), ABF Racing Team, 48
4º) Adalberto Jardim (SP/MAN-Volkswagen), AJ5 Competições, 39
5º) Wellington Cirino (PR/Mercedes-Benz), ABF/Mercedes-Benz, 38
6º) Roberval Andrade (SP/Scania), Ticket Car Corinthians Motorsport, 34
7º) Felipe Giaffone (SP/MAN-Volkswagen), RM Competições, 30
8º) Paulo Salustiano (SP/Volvo), ABF/Volvo, 25
9º) Geraldo Piquet (DF/Mercedes-Benz), ABF/Mercedes-Benz, 20
10º) Régis Boessio (RS/Mercedes-Benz), ABF Desenvolvimento Team, 18
11º) Fred Marinelli (SP/Iveco), Marinelli Competições,15
12º) Valmir Benavides (SP/Iveco), Scuderia Iveco, 13
13º) Diumar Bueno (PR/Volvo), DB Motorsport, 10
14º) Luiz Pucci (ARG/Volvo), ABF/Volvo, 9
14º) Débora Rodrigues (SP/MAN-Volkswagen), RM Competições, 9
16º) João Marcos Maistro (PR/Volvo), Clay Truck Racing, 6
16º) Christian Fittipaldi (SP/Mercedes-Benz), ABF/Mercedes-Benz, 6
18º) Leandro Reis (GO/Scania), Original Reis Competições, 5
19º) Pedro Gomes (SP/Ford), 72 Sports, 5
20º) Danilo Dirani (SP/Ford), 72 Sports, 4
21º) Renato Martins (SP/MAN-Volkswagen), RM Competições, 3
21º) Pedro Muffato (PR/Scania), Muffatão, 3
23º) José Maria Reis (GO/Scania), Original Reis Competições, 2
24º) Luiz Lopes (SP/Mercedes-Benz), ABF Racing Team, 1

Fonte: Grelak Comunicação



quinta-feira, 26 de julho de 2012

Rafael Bertagnolli leva “esquema caseiro” à liderança do Moto 1000 GP




Quando viabilizou sua ida a São Paulo para disputar a primeira etapa do Moto 1000 GP, em junho, o gaúcho Rafael Bertagnolli poderia imaginar qualquer coisa, menos que retornaria dias depois a Santa Maria, sua cidade, como líder do campeonato. A vitória e o primeiro lugar na tabela de pontuação da categoria GP 600 surpreenderam o piloto da Bertagnolli Racing, que admite a reflexão constante sobre as chances de ser campeão.

“Foi só a minha quarta corrida na motovelocidade, eu nunca tinha ido a Interlagos”, conta o líder da GP 600, que no ano passado disputou três corridas do Campeonato Gaúcho nos autódromos de Guaporé e Santa Cruz do Sul. “A gente foi a São Paulo num esquema bem caseiro, minha moto não tem grande coisa, é bem originalzinha. Não esperava ganhar, só tinha bem definida a meta de andar bem, de fazer uma boa prova. Nem acreditei”, contou.

Bertagnolli não se vê como favorito a repetir a vitória na segunda etapa da GP 600, confirmada para dia 19 de agosto no Autódromo Internacional de Curitiba. “Além de não conhecer a pista, o que sempre atrapalha, a reta é muito extensa, isso não me ajuda em nada, porque minha moto tem menos potência que as demais, ela é praticamente original. Isso dificulta um pouco o trabalho de conseguir um acerto seguro para ser rápido”, pondera o gaúcho.

Apesar da liderança, Rafael Bertagnolli não tem participação garantida em toda a temporada do Moto 1000 GP. “Os apoios que eu consegui até agora são suficientes para mais duas etapas. Depois disso, não sei, mas vou correr atrás”, comenta o gaúcho, que compete com patrocínio de Bramoto-Honda, Vitória Transporte de Grãos e Inducal. “O título é um grande sonho, não sei se está ao meu alcance, porque a categoria tem muitos pilotos ótimos”, pondera.

Depois da etapa de Curitiba, o Moto 1000 GP levará suas disputas aos autódromos de Santa Cruz do Sul (RS), Brasília (DF), Cascavel (PR) e Rio de Janeiro (RJ). As corridas são transmitidas pela Record News e pela Record Internacional, além da exibição, com áudio e vídeo, no site da competição. Em 2012, o Moto 1000 GP tem patrocínio de Petrobras, Lubrax, BMW Motorrad e Michelin, com apoios de Beta, Shoei, Bell, Servitec, Tutto Moto e Ohlins.


Grelak Comunicação -
Fotos: Vanderley Soares

Seis vencedores de Cascavel compõem grid na reinauguração do autódromo


Muffato, Marinelli, artins, Dirani, Cirino e Piquet já foram ao topo do pódio em corridas realizadas no circuito paranaense

 A sexta etapa do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck, no próximo dia 5, marcará o retorno da categoria a Cascavel após cinco anos. A última aparição da competição no autódromo da cidade paranaense, que hoje leva o nome de um de seus fundadores, Zilmar Beux, aconteceu em 2007, na corrida que abriu a disputa pelo título daquele ano. A vitória na prova de 11 de março, há cinco anos, foi do brasiliense Geraldo Piquet.

Piloto da ABF/Mercedes-Benz, Piquet integra uma lista composta por seis pilotos: além dele, a corrida que vai abrir a segunda metade da temporada da Fórmula Truck, colocando em disputa o Grande Prêmio Crystal, terá cinco pilotos que já comemoraram vitórias em corridas em Cascavel. Os paulistas Fred Marinelli, Renato Martins e Danilo Dirani e os paranaenses Pedro Muffato e Wellington Cirino já conquistaram tal primazia.

Muffato, que é piloto de Cascavel, atua no automobilismo há mais de 45 anos. “Participei de tantas categorias diferentes no autódromo de Cascavel que vou ter problemas no dia em que precisar fazer uma lista”, brinca o piloto da equipe Muffatão. “Ganhei corridas de Divisão 4, com Simca, com Fusca... A minha primeira vitória no automobilismo foi pelo Campeonato Paranaense, em Cascavel, com o Simca, depois disso veio muita coisa”, conta.

“Vivi coisas boas e coisas ruins no autódromo de Cascavel. Felizmente foram mais coisas boas”, avalia o piloto de 72 anos. Seu currículo destaca, por exemplo, vitórias em três edições da “Cascavel de Ouro”, uma das provas mais tradicionais do automobilismo brasileiro. Ele ganhou em 1971, inscrito com um Puma Spartano, e nas edições de 1974 e 1975, com um Havalone. “Desde os anos 70, o automobilismo em Cascavel é diferente, é especial”, diz.

Quando o autódromo foi inaugurado com seu circuito asfaltado, no dia 22 de abril de 1973, Muffato cumpriu missão dupla: além de participar da prova de inauguração, era ele o prefeito de Cascavel. Nessa mesma pista, em 1996, ele sofreu o acidente mais grave de sua carreira, numa etapa da Fórmula 3 sul-americana. Ficou hospitalizado por várias semanas e retirou-se das corridas, retomando sua atuação quatro anos depois, já na Fórmula Truck.

Foi no autódromo de Cascavel, em 1995, que Fred Marinelli obteve a primeira vitória de sua carreira no automobilismo, pela Fórmula Uno. “Gosto muito dessa pista, adoro. Já adorava antes, agora deve ter ficado muito melhor com a reforma”, opina o piloto da Marinelli Competições. “Estou curioso para ver como ficou a pista agora, mais larga, com todas as mudanças e melhorias”, admite Marinelli, 11º colocado na classificação do campeonato.

Marinelli volta a Cascavel nutrindo a expectativa de figurar no pódio – seu melhor resultado na temporada foi o quarto lugar em Goiânia. “Talvez seja mais correto almejar, primeiro, andar entre os dez mais rápidos. Em Goiânia, por exemplo, larguei em 13º e fui ao pódio, a possibilidade de repetir isso em Cascavel é grande. Corri de caminhão em Cascavel de 1999 até 2007”, lembra o representante de Campinas, inscrito na Truck com o Iveco número 50.

Danilo Dirani, piloto da 72 Sports, equipe oficial da Ford, obteve duas vitórias em Cascavel em 2003, dominando uma das rodadas duplas decisivas da campanha que o levou ao título do Campeonato Sul-Americano de Fórmula 3. Dirani, à época, competia pela Cesário Formula, equipe de Augusto Cesário, e teve no pódio a companhia de outro piloto que atualmente busca vitórias na Fórmula Truck – Paulo Salustiano, que defende a ABF/Volvo.

“Já se vão quase dez anos daquelas corridas, a minha vida e a minha deram muitas voltas de lá para cá e hoje estou me preparando para correr de novo em Cascavel. Lembro que é uma pista muito desafiadora, tem o Bacião que é uma curva muito especial”, lembra ele, que pilota um Ford. “O caminhão não está ruim, temos feito boas corridas, andado forte, mas alguns problemas aconteceram. Em Cascavel, quem sabe, tudo dê certo. Vai dar”, torce.

Renato Martins volta a Cascavel como recordista de vitórias da Truck no circuito. Ele venceu as edições de 2001, 2002 e 2006, em todas pilotando caminhões da Volkswagen. “Não só para mim, mas para toda a categoria, é um prazer muito grande voltar a competir em Cascavel. Não só pela pista, que é fantástica, mas há muita coisa especial lá. Foi em Cascavel que a Truck teve seus primeiros momentos, há todo um clima histórico”, observa.

Recordista de vitórias, Martins é o único piloto a ter participado de todas as corridas da história da Fórmula Truck. Ele esteve na pista, inclusive, na primeira das quatro corridas de demonstração que a categoria teve em 1995 no processo que levou à sua homologação. “Essa primeira corrida aconteceu em Cascavel e eu lembro que foi uma festa fantástica, dentro da pista e fora dela, também. A cidade merece ter essa festa de volta”, avaliza.

Os outros dois pilotos que estarão na pista no Grande Prêmio Crystal e que já comemoraram vitórias em provas disputadas no autódromo de Cascavel são companheiros de equipe na ABF/Mercedes-Benz. Cirino, que é da cidade de Francisco Beltrão, ganhou a etapa cascavelense da Truck em 2004. Quinto colocado na classificação do campeonato, com uma vitória na temporada, ele vê a corrida de 5 de agosto como “a chance de correr em casa”.

“Eu fiz minhas primeiras corridas de carro em Cascavel, quando saí do kart, foi um aprendizado fantástico em uma das melhores pistas do Brasil, e uma das coisas mais bacanas foi correr ao lado do meu pai”, lembra – Roberto Cirino, hoje integrante da equipe de produção da Truck, foi piloto entre os anos 70 e 90 e foi companheiro de equipe do filho na Copa Corsa. “Já ganhei uma vez em Cascavel e lá vou poder contar, também, com a torcida do Paraná”.

Geraldo Piquet, quando ganhou a etapa cascavelense de 2007, deu sequência também à forte ligação de sua família com o circuito. Nelson Piquet, seu pai, conquistou em Cascavel sua primeira vitória na Super Vê, em 1974. Dois anos depois, venceu a “Cascavel de Ouro”, também pilotando um carro da Super Vê. Nelson Ângelo Piquet, irmão de Geraldo, comemorou em Cascavel, em 2001, sua primeira vitória no Campeonato Sul-Americano de Fórmula 3.

segunda-feira, 23 de julho de 2012




Piloto da Sicredi Racing salta de sexto para primeiro na primeira curva da corrida e lidera oitava etapa de ponta a ponta

Não durou mais que o contorno da primeira curva o salto de Márcio Campos do sexto lugar no grid para a liderança da oitava etapa do Mercedes-Benz Grand Challenge, neste domingo (22) no Autódromo Internacional Nelson Piquet, no Rio de Janeiro. Ele que largou em sexto, consequência da vitória do pai e companheiro de equipe João Campos na etapa da véspera – o regulamento inverte a ordem de largada dos seis primeiros –, ultrapassou os cinco primeiros de uma só vez pela parte de fora da Curva Sul, ao fim da reta oposta.

Depois de assumir a ponta, Campos abriu uma vantagem segura, que oscilava entre quatro e cinco segundos sobre o segundo colocado Rubens Tilkian. “Reconheço que fiz uma ótima largada, o resultado mostra que sim. Resolvi arriscar e deu certo”, avaliou na coletiva de imprensa. A sexta vitória em oito corridas fez com que a dupla Sicredi Racing atingisse 138 pontos, elevando a vantagem para 29 pontos em relação ao segundo colocado, Fernando Junior, que tem 109. “Saímos do Rio melhor do que chegamos”, considera ele em relação ao campeonato.

Márcio Campos reconheceu que o carro não era dos mais rápidos nos treinos, mas também que tinha um bom acerto para enfrentar o calor e o desgaste dos pneus no piso abrasivo de Jacarepaguá. “Abri uma frente segura de quatro a cinco segundos e a partir daí passei a fazer uma corrida mais de cabeça, minha preocupação foi evitar o desgaste dos pneus”, finalizou o piloto da Sicredi Racing, que corre com o apoio de Icatu e Mafre, seguradoras parceiras da Corretora de Seguros Sicredi.

Com o líder destacado mais de seis segundos à frente, as principais disputas se deram do segundo lugar para trás. Tilkian se recuperou do 15º lugar na prova de sábado para frequentar a segunda posição no pódio. Foi dele ainda a melhor volta da corrida ao estabelecer a marca de 1min25s810, na sexta volta, com média horária de 128,670 km nos 3.067 metros da pista carioca. Neto de Nigris repetiu o terceiro lugar do sábado (21), mantendo-se vivo na luta pelo campeonato. Outro que se recuperou do mau resultado da véspera foi o vice-líder da competição Fernando Junior, excluído da prova anterior, mas que neste domingo chegou na quarta colocação.

Depois de 20 voltas, o resultado final da oitava etapa do Mercedes-Benz Grand Challenge foi o seguinte:

1º) Márcio Campos (RS/Sicredi Racing), 30min06s390
2º) Rubens Tilkian (SP/Scuderia 111) a 6s509
3º) Neto de Nigris (SP/De Nigris-Europamotors), a 11s686
4º) Fernando Júnior (RS/ WCR), a 12s148
5º) Edson Júnior (SP/RSports), a 13s222
6º) Léo de Nigris (SP/De Nigris-Europamotors), a 37s765
7º) Sergio Martinez (SP/Manelão Competições), a 40s018
8º) Marcos Paioli (SP/Paioli Racing), a 42s326
9º) Beto Rossi (SP/CenterBus-Petrobras), a 45s081
10º) Luiz Carlos Zapellini (SC/Rodoerre Racing), a 48s006
11º) Peter Michael Gottschalk (SP/Paioli Racing), a 48s309
12º) Alexandre Papazissis (SP/Rsports), a 1min01s439
13º) Renato Camargo (SP/De Nigris Europamotors), a 1min09s466
14º) Cesare Marrucci (SP/CenterBus-Petrobras), a 1min20s506
15º) Peter Gottschalk Júnior (SP/Paioli Racing), a 1min21s197
16º) Arnaldo Diniz Filho (SP/Scuderia 111), a 2 voltas
NÃO COMPLETARAM
Roberto Santos (SP/Della Via), a 9 voltas
José Fernando Amorim Júnior (SP/Fiolux Motorsports) a 10 voltas
Melhor volta: Tilkian, na 6ª, 1min25s810, média de 128,670 km/h

CLASSIFICAÇÃO
Após oito etapas, os 15 primeiros na pontuação são: 1º) João Campos/Márcio Campos, 138 pontos; 2º) Fernando Júnior, 109; 3º) Neto de Nigris, 94; 4º) Cesare Marrucci, 91; 5º) Léo de Nigris, 83; 6º) José Fernando Amorim Júnior, 52; 7º) Rubens Tilkian, 51; 8º) Beto Rossi, 49; 9º) Carlos Kray e Michelle de Jesus/Sérgio Martinez, 47; 11º) Sérgio Chamon, 41; 12º) Renato Camargo e Luiz Zappelini/Rafael Zappelini, 36; 14º) Arnaldo Diniz Filho, 33; 15º) Alexandre Papazissis/Humberto Santos, 32.




sábado, 21 de julho de 2012

João Campos vence no Rio e abre vantagem na liderança do Grand Challenge




Piloto da equipe Sicredi Racing atribui resultado deste sábado em Jacarepaguá a desempenho eficiente na largada

João Campos comemorou neste sábado (21) a quinta vitória da Sicredi Racing na temporada de 2012 do Mercedes-Benz Grand Challenge. Quinto no grid, o piloto da cidade de Itapema (SC) comemorou o resultado no Autódromo Internacional Nelson Piquet, no Rio de Janeiro, que, somado às dificuldades enfrentadas por seus principais concorrentes na luta pelo título, o fez ampliar a vantagem na liderança do campeonato.

Campos contornou a primeira curva da corrida em segundo. “A largada foi determinante”, definiu o piloto, que posicionou seu carro pela linha interna da pista, acompanhando o paulista Cesare Marrucci, que largou em terceiro e assumiu a liderança. “Ele largou muito bem e eu consegui acompanhar”, disse o vencedor, que assumiu a liderança na quinta volta, superando o adversário na curva 90 Graus e manteve-a até o fim.

O quinto lugar no grid não preocupou Campos. “A expectativa era de largar mais à frente, mas o problema não era com o carro, eu cometi um erro na minha volta rápida no treino de classificação, mas sabia que tinha um carro muito bom para a corrida”, comentou o piloto, que foi a 118 pontos, 22 a mais que o vice-líder gaúcho Fernando Júnior, desclassificado da corrida por um toque no carro do paulista Arnaldo Diniz Filho.

A estratégia por uma boa competição na pista de Jacarepaguá, uma das mais abrasivas do Brasil, começou a ser construída nas etapas anteriores. “Nós economizamos pneus nas etapas de Santa Cruz do Sul e de Curitiba, e temos pneus novos para as duas corridas. Foi um sacrifício, um investimento que fizemos porque o desgaste de pneus aqui é muito acentuado. Tínhamos um acerto muito bom, a equipe fez um trabalho ótimo”, atribuiu.

Marrucci, terceiro no campeonato, saiu da pista e abandonou a corrida a quatro voltas do final. O pole-position Neto de Nigris, quarto na pontuação, foi o décimo colocado, depois de um incidente com Rubens Tilkian também nas voltas finais. “Marcamos 20 pontos e os nossos principais concorrentes tiveram problemas. Para vencer um piloto também precisa ter sorte, hoje eu tive, mas é preciso manter o foco. O campeonato nem chegou à metade”.

O pódio carioca também teve o estreante Edson Júnior, Léo de Nigris, Rafael Zappelini e Michelle de Jesus, que completaram, nesta ordem, as cinco primeiras posições. Com a inversão das seis primeiras posições do resultado no grid de largada da oitava etapa, que será disputada neste domingo (22), Márcio Campos, companheiro de equipe de João, vai largar em sexto. A pole-position é de Renato Camargo, sexto na abertura da rodada dupla.

A corrida deste domingo marcará o encerramento da primeira metade do Mercedes-Benz Grand Challenge. Ao término da corrida, cada participante terá desconsiderado seu resultado menos expressivo – o descarte é previsto pelo regulamento desportivo da competição. A corrida terá largada às 11h e será transmitida ao vivo em HD pela Rede TV!, com narração de Luc Monteiro, comentário de Mário Lafffitte e reportagem de Kaká Ambrósio.

Depois de 19 voltas, o resultado da sétima etapa do Mercedes-Benz Grand Challenge em Jacarepaguá – ainda dependendo de homologação pela direção de prova – foi o seguinte:

1º) João Campos (RS/Sicredi Racing), 30min52s189
2º) Edson Júnior (SP/RSports), a 8s208
3º) Léo de Nigris (SP/De Nigris-Europamotors), a 10s035
4º) Rafael Zappelini (SC/Rodoerre Racing), a 10s682
5º) Michelle de Jesus (SP/Pink Energy Team), a 15s218
6º) Renato Camargo (SP/De Nigris-Europamotors), a 20s211
7º) Humberto Santos (SP/RSports), a 20s634
8º) Beto Rossi (SP/CenterBus-Petrobras), a 20s980
9º) José Fernando Amorim Júnior (SP/Fiolux Motorsport), a 21s349
10º) Neto de Nigris (SP/De Nigris-Europamotors), a 21s750
11º) Sérgio Chamon (SP/Paioli Racing), a 23s456
12º) Peter Gottschalk Júnior (SP/Paioli Racing), a 26s609
13º) Roberto Santos (SP/Della Via Racing), a 2 voltas
14º) Cesare Marrucci (SP/CenterBus-Petrobras), a 4 voltas
15º) Rubens Tilkian (SP/Scuderia 111), a 4 voltas
NÃO COMPLETARAM
Arnaldo Diniz Filho (SP/Scuderia 111), a 7 voltas
Peter Michael Gottschalk (SP/Paioli Racing), a 10 voltas
DESCLASSIFICADO
Fernando Júnior (RS/WRC)
Melhor volta: Marrucci, na 7ª, 1min25s883, média de 128,560 km/h

CLASSIFICAÇÃO
Após sete etapas, o campeonato tem a seguinte pontuação: 1º) João Campos/Márcio Campos, 118; 2º) Fernando Júnior, 96; 3º) Cesare Marrucci, 89; 4º) Neto de Nigris, 79; 5º) Léo de Nigris, 73; 6º) José Fernando Amorim Júnior, 52; 7º) Carlos Kray, 47; 8º) Beto Rossi, 42; 9º) Michelle de Jesus/Sérgio Martinez, 38; 10º) Rubens Tilkian, 34; 11º) Arnaldo Diniz Filho, Sérgio Chamon e Renato Camargo, 33. 14º) Luiz Zappelini/Rafael Zappelini, 30; 15º) Alexandre Papazissis/Humberto Santos, 28.



sábado, 7 de julho de 2012

Hisgué é pole e Iveco comemora dobradinha na Fórmula Truck em Interlagos


É de Valmir "Hisgué" Benavides a pole-position no GP Petrobras de Fórmula Truck. A corrida será disputada neste domingo (8) no Autódromo José Carlos Pace, em São Paulo. O piloto paulista terá a seu lado na primeira fila do grid o pernambucano Beto Monteiro, seu companheiro na Scuderia Iveco, que lidera os campeonatos Brasileiro e Sul-Americano da Fórmula Truck – a corrida em Interlagos será válida pelas duas competições.

Quinto colocado na primeira fase do treino classificatório disputado na tarde deste sábado (7), Benavides foi mais rápido do Top Qualifying, que levou à pista sete dos oito pilotos mais rápidos – Leandro Totti não participou da fase decisiva por conta de problemas mecânicos no Mercedes-Benz da ABF Racing Team. O tempo que garantiu-lhe a pole, 2min02s428, foi 0s077 mais veloz que o de Monteiro, com quem comemorou efusivamente a dobradinha.

É a quarta vez que Benavides comanda um grid na Fórmula Truck. Ele também foi pole-position nas etapas de Goiânia/2007, Caruaru/2010 e Buenos Aires/2011. "Fazer uma pole em Interlagos é muito legal, aqui é uma pista que muita gente conhece, onde todo mundo quer fazer uma pole. Estou muito, mas muito feliz, mesmo. Só tenho a agradecer a toda a minha equipe pelo trabalho", declarou o piloto paulista, que compete na F-Truck desde 2007.
A corrida em São Paulo marca o encerramento da primeira metade do Brasileiro. Além disso, é a terceira das quatro que põem em disputa o título do Sul-Americano. A competição continental já teve corridas no Velopark e em Caruaru, pistas onde Monteiro obteve respectivamente a vitória e um terceiro lugar, e será finalizada em Córdoba, na Argentina, no mês de setembro. O líder pode assegurar em Interlagos a conquista do Sul-Americano.

Monteiro soma 49 pontos na liderança do Sul-Americano. O vice-líder paulista André Marques tem 41 e larga em quinto com o MAN-Volkswagen da RM Competições. "Fico muito contente por largar da primeira fila ao lado do meu companheiro de trabalho. Quero fazer uma boa corrida e conquistar um bom resultado aqui", resumiu. "A chance de sair daqui com o título existe, mas a gente tem de manter os pés no chão, é muito difícil que isso aconteça".

Vencedor de três corridas na pista de Interlagos, nas edições de 2002, 2003 e 2008, Wellington Cirino vê vários significados na busca pela 23ª. Além da possibilidade de igualar o recorde de Roberval Andrade, que ganhou quatro vezes no circuito paulista e larga em sétimo para a corrida deste domingo, ele aponta a chance de um resultado decisivo na busca pelos dois títulos – é vice-líder do Campeonato Brasileiro e terceiro na tabela do Sul-Americano.

Piloto da ABF/Mercedes-Benz, Cirino atribuiu o terceiro lugar no grid ao "excesso de precaução". "Não quero parecer pretensioso, claro, mas abusei da cautela na minha volta rápida, pelo menos em duas curvas, com isso acabei não fazendo a volta perfeita", assumiu o paranaense. "Mas não foi nada com o meu caminhão, que está excelente. Tenho caminhão para ganhar a corrida, e é essa a perspectiva", animou-se o tetracampeão brasileiro.

O GP Petrobras, quinta etapa do Campeonato Brasileiro e terceira do Sul-Americano de Fórmula Truck, terá largada às 13h deste domingo. A Rede Bandeirantes transmitirá a corrida ao vivo, em HD, com narração de Téo José, comentário de Eduardo Homem de Mello e reportagem de Luiz Silvério. Todos os resultados de treinos e corrida da categoria são disponibilizados em tempo real no site cronomap.com.br.

O grid de largada definido em Interlagos na tarde deste sábado para o GP Petrobras é o seguinte:

Top Qualifying
1º) Valmir Benavides (SP/Iveco), Scuderia Iveco, 2min02s428
2º) Beto Monteiro (PE/Iveco), Scuderia Iveco, 2min02s505
3º) Wellington Cirino (PR/Mercedes-Benz), ABF/Mercedes-Benz, 2min02s701
4º) Adalberto Jardim (SP/MAN-Volkswagen), AJ5 Competições, 2min02s902
5º) André Marques (SP/MAN-Volkswagen), RM Competições, 2min03s172
6º) Pedro Gomes (SP/Ford), 72 Sports, 2min21s619
7º) Roberval Andrade (SP/Scania), Ticket Car Corinthians Motorsport, desclassificado/radar
8º) Leandro Totti (PR/Mercedes-Benz), ABF Racing Team, sem tempo
Treino classificatório
9º) Leandro Reis (GO/Scania), Original Reis Competições, 2min03s913
10º) Régis Boessio (RS/Mercedes-Benz), ABF Desenvolvimento Team, 2min03s926
11º) Felipe Giaffone (SP/MAN-Volkswagen), RM Competições, 2min04s052
12º) Paulo Salustiano (SP/Volvo), ABF/Volvo, 2min04s244
13º) João Marcos Maistro (PR/Volvo), Clay Truck Racing, 2min04s331
14º) Renato Martins (SP/MAN-Volkswagen), RM Competições, 2min04s390
15º) Fred Marinelli (SP/Iveco), Marinelli Competições, 2min04s720
16º) Pedro Muffato (PR/Scania), Muffatão, 2min05s235
17º) Diumar Bueno (PR/Volvo), DB Motorsport, 2min05s933
18º) Danilo Dirani (SP/Ford), 72 Sports, 2min06s176
19º) Luiz Pucci (ARG/Volvo), ABF/Volvo, 2min06s634
20º) José Maria Reis (GO/Scania), Original Reis Competições, 2min06s664
21º) Geraldo Piquet (DF/Mercedes-Benz), ABF/Mercedes-Benz, 2min07s010
22º) Luiz Lopes (SP/Mercedes-Benz), ABF Racing Team, 2min07s044
23º) Débora Rodrigues (SP/MAN-Volkswagen), RM Competições, desclassificada/radar
Média do 1º: 126,706 km/h

Campeonato Brasileiro - classificação após 4 de 10 etapas
1º) Beto Monteiro (PE/Iveco), Scuderia Iveco, 87
2º) Wellington Cirino (PR/Mercedes-Benz), ABF/Mercedes-Benz, 60
3º) André Marques (SP/MAN-Volkswagen), RM Competições, 58
4º) Leandro Totti (PR/Mercedes-Benz), ABF Racing Team, 48
5º) Paulo Salustiano (SP/Volvo), ABF/Volvo, 39
6º) Felipe Giaffone (SP/MAN-Volkswagen), RM Competições, 38
7º) Roberval Andrade (SP/Scania), Ticket Car Corinthians Motorsport, 37
8º) Leandro Reis (GO/Scania), Original Reis Competições, 33
9º) João Marcos Maistro (PR/Volvo), Clay Truck Racing, 30
10º) Fred Marinelli (SP/Iveco), Marinelli Competições, 25
11º) Renato Martins (SP/MAN-Volkswagen), RM Competições, 23
12º) Adalberto Jardim (SP/MAN-Volkswagen), AJ5 Competições, 21
13º) Débora Rodrigues (SP/MAN-Volkswagen), RM Competições, 19
14º) Geraldo Piquet (DF/Mercedes-Benz), ABF/Mercedes-Benz, 16
14º) Diumar Bueno (PR/Volvo), DB Motorsport, 16
16º) Valmir Benavides (SP/Iveco), Scuderia Iveco, 14
17º) Luiz Pucci (ARG/Volvo), ABF/Volvo, 9
18º) Christian Fittipaldi (SP/Mercedes-Benz), ABF/Mercedes-Benz, 7
19º) Pedro Gomes (SP/Ford), 72 Sports, 5
19º) Danilo Dirani (SP/Ford), 72 Sports, 5
21º) Pedro Muffato (PR/Scania), Muffatão, 4
21º) Luiz Lopes (SP/Mercedes-Benz), ABF Racing Team, 4
23º) Régis Boessio (RS/Mercedes-Benz), ABF Desenvolvimento Team, 2
23º) José Maria Reis (GO/Scania), Original Reis Competições, 2

Campeonato Sul-Americano - classificação após 2 de 4 etapas
1º) Beto Monteiro (PE/Iveco), Scuderia Iveco, 49
2º) André Marques (SP/MAN-Volkswagen), RM Competições, 41
3º) Wellington Cirino (PR/Mercedes-Benz), ABF/Mercedes-Benz, 38
4º) Felipe Giaffone (SP/MAN-Volkswagen), RM Competições, 23
5º) Adalberto Jardim (SP/MAN-Volkswagen), AJ5 Competições, 21
6º) Leandro Totti (PR/Mercedes-Benz), ABF Racing Team, 18
7º) Paulo Salustiano (SP/Volvo), ABF/Volvo, 17
8º) Geraldo Piquet (DF/Mercedes-Benz), ABF/Mercedes-Benz, 15
9º) Fred Marinelli (SP/Iveco), Marinelli Competições, 11
10º) Diumar Bueno (PR/Volvo), DB Motorsport, 10
10º) Roberval Andrade (SP/Scania), Ticket Car Corinthians Motorsport, 10
11º) Luiz Pucci (ARG/Volvo), ABF/Volvo, 9
13º) João Marcos Maistro (PR/Volvo), Clay Truck Racing, 8
14º) Débora Rodrigues (SP/MAN-Volkswagen), RM Competições, 6
14º) Christian Fittipaldi (SP/Mercedes-Benz), ABF/Mercedes-Benz, 6
16º) Leandro Reis (GO/Scania), Original Reis Competições, 5
16º) Pedro Gomes (SP/Ford), 72 Sports, 5
18º) Danilo Dirani (SP/Ford), 72 Sports, 4
19º) Renato Martins (SP/MAN-Volkswagen), RM Competições, 3
20º) Régis Boessio (RS/Mercedes-Benz), ABF Desenvolvimento Team, 2
21º) Luiz Lopes (SP/Mercedes-Benz), ABF Racing Team, 1
21º) Valmir Benavides (SP/Iveco), Scuderia Iveco, 1

Fonte: Grelak Comunicação.





sexta-feira, 6 de abril de 2012

BETO MONTEIRO VENCE NO RIO E DISPARA NA LIDERANÇA

PILOTOS AVALIAM  resultados na cidade maravilhosa



O GP Bridgestone-Bandag deu sequência, no domingo (1º), ao Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck. Foi a segunda etapa da temporada, em que o pernambucano Beto Monteiro, da Scuderia Iveco, repetiu a vitória conquistada quatro semanas antes na corrida do Velopark.

A temporada da Fórmula Truck terá sequência no dia 6 de maio, com a terceira corrida, na pista de Caruaru, em Pernambuco. A prova vai contar pontos como terceira etapa do Brasileiro e como segunda do Sul-Americano, também iniciado no Velopark.

Abaixo, você confere como os pilotos da Truck avaliaram suas atuações na etapa de domingo no Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.

BETO MONTEIRO, vencedor
Scuderia Iveco
“Tive um pouco de sorte no começo. Logo depois do toque entre os Mercedes, consegui manter um ritmo bom, e fui assim até o final, estável o tempo todo. Só tenho a agradecer à minha equipe. Agora, é trabalhar muito para Caruaru”.

ROBERVAL ANDRADE, 2º colocado
Ticket Car Corinthians Motorsport
“O Felipe (Giaffone) é um grande piloto. Tivemos uma disputa limpa, que foi muito prazerosa. Foi legal para quem estava assistindo e para nós, que estávamos lá dentro. Voltei ao pódio depois de um ano e um mês, e isso foi muito bom, também”.

ANDRÉ MARQUES, 3º colocado
MAN-RM Competições
“Foi difícil, mas deu tudo muito certo. Duas corridas no pódio em terceiro e o segundo lugar no campeonato é um início de temporada que parece um sonho. Tenho que agradecer muito ao trabalho da RM Competições e da engenharia da MAN Latin America, que me deram um equipamento em condições de conseguir resultados tão bons logo no começo de minha história na equipe”.

RENATO MARTINS, 4º colocado
MAN-RM Competições
“Foi um fim de semana muito importante para a marca, ter dois caminhões no pódio fortaleceu ainda mais a equipe RM. Manter esta liderança (no campeonato de Marcas) era nosso principal objetivo, ainda mais diante deste público maravilhoso no Rio, em especial com a torcida da fábrica da MAN Latin America, que veio de Resende para nos prestigiar”.

LEANDRO REIS, 5º colocado
Original Reis Competições
“Foi uma etapa muito boa para a gente. Fizemos um grande trabalho, esse pódio selou nossa participação aqui no Rio. Nosso retrospecto aqui é muito bom”.


JOSÉ MARIA REIS, 16º colocado
Original Reis Competições
“Fiquei insatisfeito, tive que abandonar a corrida por problemas no turbo. Em compensação estou muito feliz, pelo meu companheiro de equipe Leandro Reis ter subido ao pódio e o Acelera Goiás ter ganhando o troféu devido a organização. Isso está refletindo no projeto aceleragoias.com, que a cada dia está recebendo apoio de novas empresas e ganhando uma maior proporção”.

ORIGINAL REIS PEÇAS SE CONSAGRA COMO MELHOR EQUIPE DA ETAPA RIO
A equipe dos pilotos Zé Maria e Leandro Reis foi eleita a melhor equipe da Fórmula Truck no Autódromo de Jacarepaguá, na etapa do Rio de Janeiro. A comissão julgadora reconheceu a Original Reis Peças como uma das equipes mais organizadas. Outros critérios levados em conta para a concessão do prêmio são a organização da equipe, o desempenho dos caminhões, a repercussão causada no autódromo pelos bons trabalhos, limpeza do boxe, entre outros.



Merecidamente a Original Reis,conquistou um prêmio de destaque,mostrando SUPERAÇÃO.
Parabéns a toda equipe.

Leandro Reis,mais uma vez se mostrou,extremamente competitivo.
Lembro de 2010 que o mesmo Leandro conquistou um 3º lugar fantástico.


Parabéns a toda equipe e Patrocinadores.
Spider Control e Jornal Foco da Baixada,empresas do Rio de Janeiro que apoiaram  a equipe mostrando que são pé quente.


 No Campeonato Brasileiro, Leandro é o 6º colocado na classificação geral.
A Original Reis Peças conta com dois caminhões Scania e é sediada na cidade de Goiânia. 





Piloto José Maria Reis com a cantora Patricia Lima





terça-feira, 27 de março de 2012

PILOTOS CHEGAM OTIMISTAS POR BOAS PERFORMANCES NO RIO

´Pódio de 2011

Às vésperas da segunda etapa, os pilotos que participam do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck manifestam, em geral, expectativas promissoras para a corrida deste domingo (1º) no Autódromo Internacional Nelson Piquet, no Rio de Janeiro. Todos tendo o referencial da primeira corrida, disputada em 4 de março no Velopark, o discurso geral é de evolução técnica e estágio mais avançado no desenvolvimento das seis marcas de caminhões participantes.
 
Beto Monteiro foi para o Velopark sob expectativas reticentes para a etapa de três semanas e meia atrás. Voltou de lá com a pole-position e a vitória. “Quando consegui me classificar entre os oito do Top Qualifying, eu já sabia que qualquer um daqueles oito tinha toda chance de fazer a pole, a partir dali não haveria nenhuma surpresa. No Rio, minha meta é essa mesmo, ficar ali no grupo dos seis ou oito primeiros”, avisa.
 
Líder do campeonato com o caminhão da Scuderia Iveco, Monteiro esteve em Jacarepaguá durante os testes da pré-temporada, em fevereiro. “Eu consegui virar tempos bem melhores que no ano passado, é sinal de que houve evolução e isso me deixou animado. A pista do Rio é curta, como a do Velopark, mas é muito diferente nas características. Eu sei que temos condição de pole e de vitória, mas o objetivo principal é continuar líder”, estipula.
Confira algumas fotos de 2011:
Esse é meu amigo José Maria Reis e sua equipe.
Truck Grils


                                          Show em duas rodas

Danilo Dirani, piloto da Ford Racing Trucks/DF Motorsport, tem especial simpatia pela pista de Jacarepaguá. “O meu histórico lá é muito bom. Em 2010 fui pole, só que logo depois da largada quebrou o câmbio. No ano passado, largueio um pouco mais atrás e acabei virando líder quando o Roberval (Andrade) parou com problemas. Só que no finalzinho, umas três voltas antes do fim, eu também tive problemas. Quase venci”, lembra.
 
É no retrospecto competitivo que Dirani fundamenta sua perspectiva de abrir no Rio sua campanha de reabilitação, depois do abandono no Velopark. “Nós tivemos problemas na primeira corrida, mas a equipe identificou esse problema. Os caminhões já foram à pista em Piracicaba, e estão muito fortes”, diz, otimista. “Meu pensamento é pole e vitória, e sei que o caminhão é bom o suficiente para estar sempre entre os quatro ou cinco primeiros”.
Outro que fala com otimismo na conquista da vitória é Paulo Salustiano. O piloto da ABF/Volvo, em sua terceira temporada na Fórmula Truck, ainda não foi ao degrau mais alto do pódio. “Mas minha hora está chegando”, acredita ele, que no Velopark esteve no pódio em quinto. “Lá a gente cometeu alguns errinhos no treino de classificação, fiquei em décimo no grid. Dava para eu ter largado mais à frente e terminado ainda melhor, também”, supõe.
 
Salustiano calça seu otimismo nas evoluções técnicas trabalhadas pela equipe para a etapa do Rio. “O nosso caminhão está bom, já melhorou bastante. Resistente ele já provou que é, mas a gente não quer só resistência, a gente quer velocidade. A equipe está trabalhando no caminho certo, nosso bom resultado vai ser presente de aniversário para o meu companheiro de equipe”, promete, citando o argentino Luiz Pucci, aniversariante desta segunda-feira (26).
 
O paranaense Pedro Muffato é um dos mais simpáticos à realização da prova em Jacarepaguá. “Fiz ótimas corridas no Rio. No primeiro ano perdi o pódio no detalhe. Levei um toque, fui lá para o fim da fila e vim recuperando. Em 2011 eu fiz outra corrida de recuperação, mas tive que diminuir o ritmo no fim porque a caixa de câmbio estava quebrada”, lembra. “Gosto da pista, só espero que o meu caminhão também goste e não quebre”, ele brinca.
A etapa do Velopark foi problemática para Muffato, que enfrentou quebras de motores durante a programação de treinos. “E eram motores novos, material novo, essas coisas que acontecem com quem está na pista. Na última corrida do ano passado, em Brasília, deu para ver que as modificações deixaram o caminhão competitivo”, observa o piloto da equipe Muffatão, terceiro colocado na etapa da capital federal. “Se não quebrar, dá para fazer uma boa corrida”.
 
Leandro Totti liderou a etapa do Velopark em duas oportunidades. Estava à frente de Beto Monteiro a mangueira do turbo de seu Mercedes-Benz se soltou e o obrigou a abandonar. “O caminhão estava bem rápido, o ritmo de corrida estava bom, mas tivemos aquele problema, foi paciência. Mas, como tenho dito, o nosso pensamento não é o de só brigar por vitórias. A gente quer terminar as corridas, sempre que terminar vai ser com bom resultado”, pondera.
 
Para Totti, paranaense que compete pela ABF Racing Team, a etapa em Jacarepaguá deve representar o início dessa reação. “É claro que aparecendo a oportunidade de voltar a liderar e tentar a vitória eu vou para cima, nossa equipe está mesmo precisando de uma vitória. Mas nós vamos totalmente conservadores, pensando sempre em poupar equipamento. Se a briga por uma posição for exigir demais do caminhão, prefiro aliviar e evitar uma quebra”, adianta.
 
A liderança na classificação do campeonato de Marcas da Fórmula Truck é da Volkswagen, que teve três pilotos entre os cinco que compuseram o pódio na etapa inaugural da temporada. Felipe Giaffone e André Marques, ambos pilotos da RM Competições, foram segundo e terceiro, enquanto Adalberto Jardim, pilotando o caminhão Constellation da AJ5 Motorsport, que agora também é equipe oficial de fábrica, terminou a corrida em quarto.


 
Marques viu no terceiro lugar seu melhor resultado na categoria, onde está desde 2010. “A resistência foi um dos pontos fortes dos nossos caminhões na primeira corrida, o foco maior do nosso trabalho está no ganho de potência. Sei que a equipe tem um referencial muito positivo para o acerto na pista do Rio, tanto é que o Felipe foi pole nessa pista no ano passado. Ninguém está esperando vida fácil, mas estamos bem otimistas, sim”, ele confirma.


Eu convido a todos os nossos leitores,parceiros e amigos a comparecer neste domingo a esse grande espetáculo da Formula Truck .
 

F-TRUCK VAI ATRAIR 50 MIL PESSOAS EM JACAREPAGUÁ

Quando a Fórmula Truck teve a primeira corrida de sua história no Rio de Janeiro, na tarde de 18 de abril de 2010, o Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Jacareáguá, era o único dos já existentes no Brasil que não havia recebido nenhuma etapa da categoria. O sucesso foi suficiente para efetivar a cidade no calendário, sempre como segunda etapa do calendário, condição até então preenchida pela pista de Fortaleza, no Ceará.
A F-Truck retorna ao Rio essa semana para o GP Bridgestone-Bandag, segunda etapa do Campeonato Brasileiro. A presidente da categoria, Neusa Navarro, manifesta a perspectiva de que o público nas arquibancadas, nos hospitality centers e demais áreas vip seja de aproximadamente 50.000 pessoas. O público verificado nas duas primeiras edições é um dos fatores que atestam a efetivação da cidade no itinerário das corridas.
Na corrida de 2010, nada menos que 53.924 pessoas estiveram no autódromo, num domingo ensolarado, convidativo à praia, e ainda marcado pela realização do clássico de futebol Flamengo x Botafogo no Maracanã. Por ironia, o vencedor da corrida foi Roberval Andrade, com o caminhão Scania do Corinthians. No ano passado, diante de 46.892 espectadores, o vencedor da etapa carioca foi Geraldo Piquet, com Mercedes-Benz.
A Fórmula Truck empreendeu uma série de ações de divulgação nas semanas antecedentes ao evento. “Fizemos campanhas em jornais, televisão, rádios, também tivemos aviões fazendo publicidade na praia. Atrativos não vão faltar no autódromo. Além das atrações que fazem parte do evento, temos uma das novidades do ano, que é o show de motos do Jorge Negretti”, ela comenta, apostando na repetição do sucesso de 2010 e 2011.
As atividades em pista do GP Bridgestone-Bandag, no Rio de Janeiro, terão início na sexta-feira (30), dia dos primeiros treinos livres. O sábado (31) terá mais sessões treinos livres e ainda as tomadas de tempo classificatórias, que vão definir as posições de largada para a corrida do domingo (1º). O líder do campeonato é o pernambucano Beto Monteiro, da Scuderia Iveco, vencedor da corrida disputada em 4 de março na pista gaúcha do Velopark.
Eu convido a todos a participarem desse mega evento,garanto que nunca mais esquecerão.